Há uma diferença entre “Eu posso.” e “Eu me permito.”
Talvez porque entre poder e se permitir exista uma distância que nem sempre conseguimos explicar.
Nossas escolhas não começam no momento em que precisamos decidir. Elas carregam histórias, vínculos, experiências, medos, aprendizados e maneiras de pertencer construídas muito antes.
Talvez a pergunta não seja apenas: “Será que eu posso?”
Mas: “O que, em mim, ainda precisa compreender que eu posso me permitir?”
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